Ministro do partido de Tarcísio declara apoio a Lula em 2026 e diz ser contra anistia.

 


SILVIO COSTA Ministro de Portos e Aeroportos declara apoio a Lula mesmo sendo do partido de Tarcísio / Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

Ministro contaria a decisão de Tarcísio de Freitas, que faz negociações para aprovação da anistia de Jair Bolsonaro em Brasília

 

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa (Republicanos), disse na sexta-feira, 5, que irá apoiar a reeleição do presidente Lula (PT). As declarações do ministro, integrante de uma das siglas do Centrão, acontecem na semana em que o União Brasil e o PP, anunciaram o desembarque do governo, e que o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitass, também do Republicanos, articula pautar, no Congresso, a anistia a Jair Bolsonaro e demais envolvidos na trama golpista.As declarações foram dadas à imprensa imprensa, durante coletiva. Segundo Costa, manter Lula à frente do Planalto, "é a melhor opção para o Brasil”, argumentou, acrescentando que estará “ao lado do presidente", na eleição presidencial de 2026.

"Na possível disputa do governador Tarcísio com o presidente Lula, o partido sabe que nós estaremos ao lado do presidente Lula. Eu aprendi na vida a ser grato e entendo que, neste momento, (o presidente Lula) é a melhor opção do povo brasileiro", argumentou o ministro, em entrevista à Globo News.

 

Segundo o ministro, há confiança no trabalho de Lula, que avalia chegar fortalecido para a eleição. “Eu tenho muita confiança que o presidente Lula chegará muito fortalecido nas eleições de 2026, o presidente Lula vai se reeleger, porque nós chegaremos fortalecidos do ponto de vista econômico e do ponto de vista social”, disse Costa Filho.

Além de apoiar a reeleição do atual chefe do Executivo, ele destacou ser contra a possibilidade de anistiar os réus do 8 de janeiro. “Eu sou contra a anistia, eu acho que é um sinal muito ruim que o Congresso Nacional poderá dar a setores da sociedade brasileira. O que eu acho que devemos discutir, até porque na minha avaliação há excessos, é a tipificação da pena, e é nesse sentido que eu espero que o Congresso Nacional possa trabalhar”, disse o ministro.


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