ladrão se atrapalha e cai em buraco enquanto roubava cofre em posto de combustíveis no DF

 

Foto: Reprodução

Câmeras de segurança registraram ação, em fevereiro deste ano. Último suspeito do crime foi preso nesta quinta-feira (18)

A Polícia Civil do DF deflagrou, nesta quinta-feira (18), uma operação para prender o último integrante de um grupo suspeito de roubar cofres de postos de gasolina no Distrito Federal. Câmeras de segurança flagraram uma das ações, em fevereiro, no Recanto das Emas, e registraram o momento em que um dos assaltantes se atrapalhou e caiu em um buraco (veja vídeo acima).

Nas imagens, é possível ver três homens tentando erguer o cofre em uma garagem onde é feita troca de óleo. Em seguida, um quarto suspeito chegou e o grupo conseguiu levantar o objeto. Enquanto tentavam colocar o cofre no porta-malas de um veículo, as grades de proteção que tampavam um buraco no chão abriram e o homem caiu dentro da vala.


Operação prende suspeitos que se passaram por policiais para roubar carga de eletrônicos no DF

Polícia faz operação contra grupo especializado em furtos de motos no DF

Outros dois suspeitos também caíram, mas no chão, ao lado do buraco. De acordo com a Polícia Civil, o grupo ainda realizou outros três roubos: o primeiro em dezembro do ano passado, no Gama; outro em janeiro deste ano, em Samambaia; e o último em março, em Ceilândia. Todos foram presos ao longo dos últimos meses (veja mais abaixo).

Operação Arquimedes

Nesta quinta, o último suspeito foi detido em flagrante por tráfico de drogas. Durante a operação, que ganhou o nome de Arquimedes, os agentes cumpriram também seis mandados de busca e apreensão.

Dois integrantes do grupo já haviam sido presos em abril deste ano e um terceiro homem foi detido na quarta-feira (17). A corporação afirma que eles atuavam há pelo menos um ano.

Os investigadores apontam que, durante os roubos, os frentistas eram rendidos com pistolas e amarrados. Em seguida, os criminosos usavam expansores hidráulicos para destruir o concreto que prendia os cofres ao chão.

Segundo a Polícia Civil, o grupo costumava agir durante a madrugada, usando luvas, máscaras e veículos roubados com placas clonadas. Em um dos roubos desses carros, os criminosos dispararam contra o motorista.

“Trata-se de grupo estável e permanente, que atuava com expansores hidráulicos, o que pressupõe certa técnica. Todos agiam com extrema violência”, afirmou Fernando Cocito, diretor da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DRF/Corpatri).

Fonte:G1

Post a Comment

Postagem Anterior Próxima Postagem