cólon e reto, a Rede D’or informa que ele evolui de pequenas lesões benignas, conhecidas como pólipos, que crescem lentamente. Se diagnosticado precocemente e tratado de maneira adequada, tem boas chances de cura
Pesquisadores brasileiros
desenvolvem vacina para câncer de próstata
Pesquisadores brasileiros
estão desenvolvendo uma vacina que pode transformar o tratamento do câncer de
próstata, reduzindo o risco de reincidência da doença. O imunizante, baseado no
princípio da imunoterapia, estimula o sistema de defesa do paciente a identificar
e atacar as células cancerígenas.
De acordo com informações
divulgadas pelo Senado Federal, os resultados obtidos nas fases iniciais de
pesquisa são considerados promissores, e a tecnologia já foi autorizada para
testes clínicos nos Estados Unidos.O Inca destaca que o câncer de próstata é o
segundo mais frequente entre homens no Brasil, ficando atrás apenas do câncer
de pele não melanoma.
Em estágios iniciais, costuma
evoluir de forma silenciosa, sem sinais perceptíveis, por isso, a importância
de exames de rastreamento, como o toque retal e o Antígeno Prostático
Específico (PSA).
Quando presentes, os sintomas
do câncer de próstata podem incluir dificuldade para urinar, aumento da
frequência urinária, dor óssea e, em casos mais graves, insuficiência renal ou
infecção generalizada.
Vacina universal avança em
estudos
Um passo importante para a
criação de uma vacina que possa agir contra diversos tipos de tumores foi dado
por cientistas da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. O estudo,
publicado pela Nature Biomedical Engineering, apresentou uma formulação experimental
de mRNA capaz de potencializar os efeitos da imunoterapia e eliminar tumores em
testes com animais.
Diferente das vacinas
personalizadas, feitas com base nas mutações de cada paciente, essa proposta
estimula o sistema imunológico de forma mais ampla, como se estivesse
respondendo a um vírus.
O professor do Instituto de
Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), Luís Carlos Ferreira,
explica que a tecnologia envolve o envio de RNA mensageiro envolto em uma
camada lipídica. A formulação ativa tanto o sistema imunológico adaptativo,
quanto o inato, criando uma resposta contra as células tumorais.
Nos testes, camundongos com
tumores agressivos tiveram sobrevida mais longa, e os resultados iniciais com
três cães mostraram que o imunizante não apresentou toxicidade. O próximo passo
é iniciar os ensaios clínicos com humanos.
“Se conseguirmos replicar
esses efeitos em humanos, isso abre caminho para uma vacina universal que
prepara o sistema imunológico para reconhecer e destruir o câncer”, destaca o
coautor da pesquisa, Duane Mitchell.
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