Um brasileiro a bordo de um navio de cruzeiro retido no Oriente Médio relatou a incerteza vivida pelos passageiros em meio à escalada do conflito na região. Segundo ele, ainda não há previsão clara de quando a embarcação poderá retomar a rota.
“Não sabemos se ficamos aqui 2 ou 10 dias”, afirmou o passageiro, ao descrever o clima de apreensão entre turistas e tripulantes.
O cruzeiro precisou interromper o itinerário por questões de segurança, após o agravamento da situação geopolítica. Portos previstos na programação foram cancelados ou substituídos, e a companhia responsável pelo navio informou que acompanha as orientações das autoridades internacionais.
Incerteza e medidas de segurança
De acordo com relatos, os passageiros permanecem a bordo enquanto a empresa avalia alternativas logísticas. A prioridade, segundo comunicado da operadora, é garantir a integridade de todos.
O Ministério das Relações Exteriores informou que monitora a situação e está em contato com autoridades locais e com a companhia marítima para prestar eventual assistência consular aos brasileiros.
Ainda não há confirmação sobre desembarque emergencial ou repatriação antecipada. A definição dependerá das condições de segurança nos portos da região e das decisões estratégicas da empresa responsável pelo cruzeiro.
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