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| Foto: Reprodução |
A reunião entre o ministro do
STF Alexandre
de Moraes e o senador Flávio
Bolsonaro (PL-RJ) na terça-feira (17/3), em Brasília, foi intemediada por
aliados em comum entre os dois.
Um desses aliados, segundo
apurou a coluna, foi o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jorge Oliveira, que foi indicado para a Corte pelo
ex-presidente Jair Bolsonaro.
Jorge conhece a família
Bolsonaro há anos. O pai do ministro trabalhou por décadas com o pai de Flávio.
Após a eleição de Jair como presidente, o próprio Jorge virou ministro do
governo.
A conversa entre Moraes e
Flávio durou cerca de 20 minutos e contou também com a presença do
advogado Paulo Cunha Bueno, que atua na defesa do
ex-presidente Jair Bolsonaro.
Pré-candidato ao Palácio do
Planalto, Flávio pediu o encontro para fazer um apelo ao ministro do Supremo
pelo que chama de “prisão domiciliar humanitária” para o pai.
O relato de Moraes sobre a
conversa
Como noticiou
a coluna, Moraes relatou a aliados que a conversa foi amena. No
diálogo, o ministro e o senador reconheceram que, se não fossem os médicos
da Papudinha, Bolsonaro teria morrido.
O episódio mencionado ocorreu
na sexta-feira (13/3), quando o ex-presidente foi socorrido e levado às pressas ao hospital com
quadro de pneumonia por broncoaspiração.

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