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| Foto: Reprodução |
Professor
e o banco estornaram o valor de R$ 700 depositados por engano. Ou seja, a
pessoa que fez a transferência errada ficou com R$ 1.400
O
professor paranaense Luiz Cezar Lustosa Garbini, morador de Fazenda Rio Grande,
na Região Metropolitana de Curitiba,
enfrenta um problema desde que devolveu um Pix de R$
700 depositado na conta bancária dele por engano.
Luiz devolveu os R$ 700 para a
pessoa que havia feito a transferência por engano. No entanto, o banco também
estornou o dinheiro. Ou seja: quem transferiu os R$ 700 por engano, no fim das
contas, recebeu R$ 1.400.
Ele explicou que o estorno foi
feito pelo banco após o próprio homem que tinha realizado a transferência
inicial solicitar o reembolso.
“O
valor original que eu tinha era R$ 1 mil. Quando eu recebi os R$ 700 dele, eu
fiquei com R$ 1.700, mas daí eu enviei o Pix para ele e eu voltei para os meus
R$ 1 mil. Só que passou 15 minutos, eu entrei na minha conta e eu estava só com
R$ 300”, disse Luiz ao G1.
Segundo
Luiz, ele entrou em contato com o homem explicando a situação, mas ainda sim o
rapaz não quis devolver o valor.
Professor se sente “desacreditado”
Luiz
diz que recebeu uma mensagem, na sexta-feira (27/6), de uma pessoa
desconhecida, alegando que fez uma transferência para a conta dele por engano.
Como
a chave Pix de Luiz é seu próprio número de telefone, o homem conseguiu contato
com ele facilmente.
Depois
que o homem explicou a confusão da transferência feita
por engano, o professor identificou que, de fato, o valor estava em sua conta.
Imediatamente, ele devolveu o dinheiro.
Minutos
depois, quando precisou acessar a conta bancária novamente, notou o prejuízo:
“Além de eu ter feito o Pix para ele, o banco também fez a devolução do valor
para ele. Me senti desacreditado que o cara teve essa atitude logo após eu ter
sido honesto com ele”, lamentou.
Tentativa de solução
Luiz
entrou em contato com o Mercado Pago, banco no qual possui conta, para buscar uma
solução para o ocorrido.
A
instituição bancária disse a Luiz que abririam um processo de verificação de
fraude. O Mercado Pago prometeu dar uma resposta a Luiz em até 10 dias.
Em
situações como a de um Pix por engano, ficar com o dinheiro alheio pode
configurar crime de apropriação indébita, segundo o Código Penal. A pena vai
Professor
se sente “desacreditado”
Luiz
diz que recebeu uma mensagem, na sexta-feira (27/6), de uma pessoa
desconhecida, alegando que fez uma transferência para a conta dele por engano.
Como
a chave Pix de Luiz é seu próprio número de telefone, o homem conseguiu contato
com ele facilmente.
Depois
que o homem explicou a confusão da transferência feita
por engano, o professor identificou que, de fato, o valor estava em sua conta.
Imediatamente, ele devolveu o dinheiro.
Fonte: Metrópoles

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