Moradores do Sítio Santo Antônio de Crato, moradores vivem literalmente em tensão há 15 dias com fio elétrico solto; ENEL não resolve

 


População reclama da demora no atendimento e teme por acidentes graves; empresa não se pronunciou oficialmente.

Quando não tem energia, temproblemasa com fios no chão.

Há mais de 15 dias, os moradores do Sítio Santo Antônio, em [município do Ceará], convivem com um fio de energia elétrico pendurado a poucos metros do chão, representando um risco iminente à população. Apesar das inúmeras reclamações à ENEL Ceará, a situação permanece sem solução, deixando a comunidade em constante estado de medo e frustração.



Perigo Diário

O fio, que faz parte da rede de distribuição, está parcialmente solto e balançando com o vento, aumentando o risco de choques elétricos ou até mesmo incêndios. Moradores relatam que crianças e animais transitam pela área, e qualquer descuido pode levar a uma tragédia. Inclusive há relatos de moradores que até cachorro já levou choque.

"Todo dia a gente passa por aqui com medo. Já ligamos várias vezes para a ENEL, mas só dizem que vão resolver e nada acontece. Se alguém tocar nesse fio, pode morrer!", desabafa Senhora, residente local. Que nos enviou um vídeo onde fala que a 13 dias já notificou a ENEL.

 

 

 

 

Falta de Resposta da ENEL

A população afirma que já acionou a empresa diversas vezes por telefone (0800 008 0196), aplicativo e redes sociais, mas até agora nenhuma equipe foi enviada para fazer o reparo. A demora no atendimento reflete um histórico de reclamações contra a concessionária, acusada de descaso e má prestação de serviço em várias regiões do estado.

O que dizem as autoridades?

Procurada para se manifestar, a ENEL Ceará não respondeu até o fechamento desta matéria. Enquanto isso, moradores buscam alternativas:

  • Procon e ANEEL: Reclamações formais foram abertas para cobrar solução imediata.
  • Defesa Civil: Foi acionada para avaliar o risco e interditar a área, se necessário.

 

"Ninguém aguenta mais"

A insatisfação com a ENEL não é nova. Há anos, comunidades rurais e periféricas relatam problemas como falta de manutenção, demora no atendimento e até cobranças abusivas. Desta vez, porém, o perigo é imediato, e a população exige ação urgente.

"A gente paga a conta todo mês, mas o serviço é sempre ruim. Agora, nossa segurança está em jogo, e a ENEL age como se não fosse problema dela", reclama o agricultor José Almeida.

Enquanto a empresa não se posiciona, os moradores seguem em alerta, temendo que só uma tragédia chame a atenção para o descaso que já dura semanas.

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