Foto: reprodução / Instagram @valmarchiori
Empresária faz alerta sobre
prevenção e reforça sobre a importância da mamografia para detecção precoce da
doença
A socialite e empresária Val
Marchiori revelou nesta terça-feira (26) que foi diagnosticada com câncer de
mama. A notícia foi compartilhada em um vídeo publicado em seu perfil no
Instagram, no qual ela apareceu emocionada ao falar sobre o momento delicado.
"Vocês que me vêem sempre
arrumada, bonita, fazendo festa... Hoje estou aqui para dar uma notícia não tão
boa. Fui fazer um exame de rotina e sempre tive medo de fazer mamografia. Tive
que fazer uma biópsia por causa de um nódulo suspeito na mama direita e hoje
saiu o resultado. É um tumor maligno, um câncer de mama", contou.
Apesar do impacto, ela afirmou
acreditar na recuperação e aproveitou para reforçar a importância dos exames de
rotina, especialmente a mamografia, como forma de detectar precocemente a
doença. "Mulheres, não deixem de fazer mamografia por medo. Quando fazemos
antes, podemos tentar resolver. É um alerta. Faça mamografia", destacou.
Entenda a doença
Projeções do Instituto
Nacional do Câncer (INCA), indicam que em 2025 devem ser registrados 73.610
novos casos de câncer de mama, número que representa 10,5% de todos os
diagnósticos da doença no Brasil – ficando atrás somente do câncer de pele não
melanoma, que compreende 31,3% do total de casos de forma geral.
Os tumores de mama são mais
incidentes entre mulheres, liderando o ranking dos que mais matam a população
feminina. São estimados 11,84 óbitos pela doença a cada 100 mil mulheres, ainda
conforme o INCA. Porém, a partir do diagnóstico precoce, é possível encontrar
lesões em estágios iniciais e barrar que o câncer de mama avance.
A partir do rastreamento
mamográfico - desde que realizado periodicamente - diversos estudos mostram que
a redução da mortalidade por câncer de mama pode ter um impacto de 25% a
40%.
Quem deve fazer a mamografia
Acima dos 40 anos, o exame
pode ser realizado anualmente para a detecção precoce do câncer de mama,
segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Já entre os 50 e 69 anos,
de acordo com o Ministério da Saúde, a mamografia de rotina pode ser realizada
a cada dois anos, desde que a mulher não tenha sinais ou sintomas da doença.
Quando o procedimento é
realizado fora da faixa etária, ou seja, em mulheres com menos de 40 anos, ele
pode ser indicado para complementar o diagnóstico de nódulos na região. Porém,
vale lembrar que apenas o médico poderá recomendar a necessidade ou não da
mamografia em situações como essa.
Como funciona o tratamento?
De acordo Daniel Gimenes, o
tratamento varia de acordo com o estágio do tumor e suas características, além
de depender também das condições da paciente - fatores como idade, comorbidades
e status menopausal.
"O prognóstico do câncer
de mama também depende desses fatores. Quando a doença é diagnosticada no
início, as chances de cura são elevadas acima de 90% com o tratamento. No
entanto, quando há evidências de metástases, todos os procedimentos passam a
ter como objetivo principal o prolongamento da sobrevida e melhora da qualidade
de vida da paciente", explica.
Ainda de acordo com o
oncologista, o acesso à informação de qualidade é um grande aliado no combate à
doença. "O diagnóstico não é o fim, mas sim uma continuidade, que não deve
ser encarada com medo. Por isso, faça exames e mantenha a rotina das consultas
médicas independente da idade. Confie no seu médico, compartilhe seus anseios e
não confie em tudo que lê na internet, tomando cuidado principalmente com as
fake news sobre a doença", finaliza.
Sobre a
Oncoclínicas&Co
A Oncoclínicas&Co é o
maior grupo dedicado ao tratamento do câncer na AméricavLatina, com um modelo
hiperespecializado e inovador voltado para a jornada oncológica. Com um corpo
clínico formado por mais de 2.900 médicos especialistas em oncologia, a companhia
está presente em 45 cidades brasileiras e dois países, somando mais de 145
unidades. Com foco em pesquisa, tecnologia e inovação, o grupo realizou nos
últimos 12 meses cerca de 698 mil tratamentos. A Oncoclínicas segue padrões
internacionais de excelência, integrando clínicas ambulatoriais a cancer
centers de alta complexidade, potencializando o tratamento com medicina de
precisão e genômica. Parceira exclusiva no Brasil do Dana-Farber Cancer
Institute, afiliado à Harvard Medical School, adquiriu a Boston Lighthouse
Innovation (EUA) e possui participação na MedSir (Espanha). Integra ainda o
índice IDIVERSA da B3, reforçando seu compromisso com a diversidade. Com o
objetivo de ampliar sua missão global de vencer o câncer, a Oncoclínicas chegou
à Arábia Saudita por meio de uma joint venture com o Grupo Al Faisaliah,
levando sua expertise oncológica para um novo continente. Saiba mais em: www.oncoclinicas.com.
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