Presidente dos EUA negou que montagem o retratasse como Jesus e disse que imagem foi mal interpretada
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apagou de suas redes sociais, nesta segunda-feira (13), uma imagem gerada por inteligência artificial que gerou forte repercussão e críticas, incluindo acusações de blasfêmia.
A montagem, publicada no domingo (12) na rede Truth Social, mostrava Trump com características associadas a representações de Jesus Cristo, vestindo túnica branca e com aparência de estar abençoando um homem doente. Elementos como brilho nas mãos e símbolos ao fundo reforçaram a interpretação religiosa.
Após a repercussão negativa, a publicação foi removida. Segundo a imprensa norte-americana, a imagem não estava mais disponível nas redes do presidente ainda na tarde desta segunda-feira.
Questionado sobre o conteúdo, Trump negou que a intenção fosse se retratar como figura religiosa.
“Eu achei que era eu como médico, algo relacionado à Cruz Vermelha”, afirmou, atribuindo a interpretação à imprensa.
A publicação ocorreu logo após críticas feitas por Trump ao papa Leão XIV, a quem chamou de “fraco”, aumentando a repercussão do caso.
A reação foi imediata e veio de diferentes setores, inclusive de aliados políticos e figuras ligadas à sua base. A ex-deputada Marjorie Taylor Greene classificou a imagem como “blasfêmia”, enquanto outros nomes do movimento conservador também criticaram a postagem.
Por outro lado, apoiadores saíram em defesa do presidente. A influenciadora Laura Loomer minimizou a polêmica, afirmando que a repercussão foi exagerada.
O episódio reacende debates sobre o uso de inteligência artificial na comunicação política e seus impactos na opinião pública, especialmente quando envolve símbolos religiosos.
Não é a primeira vez que Trump enfrenta críticas por publicações desse tipo. Em 2025, ele já havia compartilhado uma imagem em que aparecia como papa, o que também gerou reações negativas.
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