A mais recente pesquisa Real
Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (1º), aponta vantagem do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno da
eleição presidencial de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). No cenário
estimulado, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio
registra 40%.
Os votos brancos e nulos somam
8%, enquanto 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não
responder.
Em comparação com o
levantamento anterior do instituto, Lula avançou dois pontos percentuais,
enquanto Flávio Bolsonaro recuou quatro pontos, movimento que ganha relevância
por ser a primeira pesquisa divulgada após a repercussão do áudio atribuído ao
senador envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o surgimento do chamado
escândalo “Dark Horse”.
Os números são vistos como um
sinal positivo para o presidente Lula e, ao mesmo tempo, um motivo de
preocupação para o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que é
apontado como um dos possíveis nomes da direita para a disputa ao Palácio do Planalto.
Caiado aparece como adversário
mais competitivo.
O levantamento também simulou
confrontos de segundo turno entre Lula e outros nomes da oposição, como Ronaldo
Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo), Renan Santos e Aécio Neves (PSDB).
Entre todos os adversários
testados, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi quem apresentou o
desempenho mais competitivo. Nesse cenário, Lula e Caiado aparecem empatados
com 43% das intenções de voto cada. Os votos brancos e nulos representam 8%, enquanto
6% dos entrevistados não souberam responder.
Contra o ex-governador de
Minas Gerais, Romeu Zema, Lula mantém uma vantagem numérica, mas dentro de um
cenário mais equilibrado: o petista registra 43%, contra 40% de Zema. Nesse
confronto, os votos brancos e nulos chegam a 11%, e outros 6% não opinaram.
Já diante de Renan Santos e
Aécio Neves, o presidente venceria com margem mais confortável, segundo os
números apresentados pelo instituto.
Metodologia
A pesquisa Real Time Big Data
ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois
pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.
Postar um comentário