Lula e Flávio Bolsonaro:
diferença menor em simulações
No cenário mais competitivo da
pesquisa, Lula aparece com 43% das intenções de voto, enquanto Flávio
Bolsonaro tem 38% na simulação de segundo turno, totalizando uma vantagem
de cinco pontos percentuais para o presidente. Essa diferença é menor
do que em levantamentos anteriores, quando a distância chegava a sete ou dez
pontos percentuais em comparações mês a mês.
O levantamento de fevereiro
também mostra que esse é o primeiro cenário sem a inclusão do governador
de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como opção de candidatura, em
razão da decisão de Freitas de disputar a reeleição estadual em vez de
concorrer à Presidência.
Outros cenários testados
Além do confronto direto com
Flávio Bolsonaro, a pesquisa avaliou outros seis cenários de segundo turno
envolvendo Lula contra outros nomes da oposição, incluindo o governador Ratinho
Jr. (PSD), o ex-governador Eduardo Leite (PSD), o senador Ronaldo
Caiado (PSD), o ex-governador Romeu Zema (Novo) e outros candidatos.
Em todos os cenários, Lula também aparece em vantagem, com percentuais que
variam conforme o adversário testado.
Metodologia e detalhes
A pesquisa Quaest
entrevistou 2.004 eleitores em diferentes regiões do país, ouvindo
respostas entre os dias 5 e 9 de fevereiro de 2026, com margem de
erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro do
levantamento está no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Tendências e cenário político
A nova rodada mostra que,
embora Lula mantenha vantagem, a diferença em relação ao principal nome da
oposição diminuiu nas últimas pesquisas, o que pode indicar uma disputa mais
acirrada conforme a campanha eleitoral se intensifique ao longo do ano. Flávio
Bolsonaro, senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem ampliado sua
presença nas simulações eleitorais, o que o coloca como um nome de destaque na
corrida presidencial de 2026.
Os resultados também refletem
tendências observadas em pesquisas anteriores, que mostraram Lula com vantagem
em diversos cenários de primeiro e segundo turno, mas com indicadores de
competitividade maior entre o eleitorado moderado e indeciso.
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