| Foto: Reprodução |
A professora Monique Medeiros, acusada de participar do assassinato do filho, o pequeno Henry Borel, em março deste ano, vai permanecer presa por decisão tomada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa de Monique tentava conseguir um habeas corpus alegando que houve supostas irregularidades no transcurso da prisão dela, sem que ela tivesse tido tempo hábil regulamentar para participar da audiência de custódia. No entanto, Fachin entendeu que não houve nenhuma irregularidade.
Monique e o ex-vereador
do Rio de Janeiro Doutor Jairinho seguem presos desde abril de 2021, ele no
Complexo de Bangu, na zona oeste da capital, e ela em uma unidade voltada para
mulheres. Eles são réus na justiça fluminense por homicídio triplamente
qualificado com direito a tortura, por motivo torpe e sem direito de defesa da
vítima. Em dezembro, ocorrerá a segunda rodada de audiências sobre o caso Henry
Borel. Será a vez da Justiça do Rio ouvir as testemunhas de defesa, que atuam
em favor dos réus.
Fonte: Jovem Pan
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