A sede do INSS em Brasília — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Os segurados do INSS que recebem acima do
salário mínimo terão os benefícios reajustados em 3,9%, conforme o Índice
Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), divulgado na sexta-feira. Com isso, o
teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social passa a ser
de R$ 8.475,55 (antes era de R$ 8.157,41).
Os novos valores foram publicados no Diário
Oficial da União (DOU) desta segunda. O reajuste vale desde 1º de janeiro de
2026.
Quem irá receber?
Atualmente são pagos mais de 12,2 milhões de
benefícios com valor superior ao piso nacional que a partir deste ano, passa a
ser de R$ 1.621,00. De acordo com o calendário de pagamento do INSS, esses
segurados começam a receber o valor corrigido a partir do dia 3 de fevereiro.
Contribuição
As faixas de contribuição ao INSS dos
trabalhadores empregados, domésticos e trabalhadores avulsos também foram
atualizadas. As alíquotas serão:
de 7,5% para aqueles que ganham até R$
1.621,00;
de 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 até R$
2.902,84;
de 12% para os que ganham entre R$ 2.902,85 até
R$ 4.354,27; e de 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.
Essas alíquotas, relativas aos salários de
janeiro, deverão ser recolhidas apenas em fevereiro, uma vez que, em janeiro,
os segurados pagam a contribuição referente ao mês anterior.
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Qual o piso dos benefícios?
O valor mínimo dos benefícios do INSS
(aposentadoria, auxílio-doença, pensão por morte) e das aposentadorias dos
aeronautas, será de R$ 1.621,00. O piso é igual ao salário mínimo nacional
vigente. Esse também é o valor do Benefício de Prestação Continuada da Lei
Orgânica da Assistência Social (BPC /LOAS), destinado a idosos e a pessoas com
deficiência em situação de extrema pobreza e da renda mensal vitalícia.
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