Suspeito de matar influenciadora em Itapipoca é encontrado amarrado pelo pescoço em Fortaleza e preso pela polícia

Foto: Diário do Nordeste

O suspeito de matar a influenciadora digital e estudante de Biomedicina Ana Karolina de Sousa Silva, de 31 anos, foi preso nesta quinta-feira (5) após ser encontrado amarrado pelo pescoço a um poste, no bairro Ancuri, em Fortaleza.


O homem foi identificado como Anderson Renan Magalhães Freitas, ex-companheiro da vítima e principal suspeito do crime de feminicídio registrado no dia 14 de fevereiro, em Itapipoca, na Região Norte do Ceará. Na ocasião, Ana Karolina foi morta com cerca de 20 facadas, dentro de um imóvel na cidade.


Desde o crime, Anderson estava foragido. A prisão preventiva dele havia sido decretada pela Justiça do Ceará no dia 17 de fevereiro, durante plantão judiciário, e as forças de segurança realizavam buscas para localizá-lo.


Suspeito foi encontrado amarrado

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o suspeito sem camisa, sujo e com sinais visíveis de perda de peso, aparentando também desorientação. Nas gravações, ele aparece com as mãos amarradas e uma corda presa ao pescoço, ligada a um poste no meio da rua.


Moradores da região acionaram a polícia após encontrarem o homem nessa situação. Em outro vídeo, policiais militares aparecem colocando o suspeito dentro de uma viatura, enquanto populares acompanham a ação.


Até o momento, não há confirmação oficial sobre quem teria amarrado o suspeito ou em quais circunstâncias ele foi deixado no local.


Crime ocorreu em fevereiro

O feminicídio de Ana Karolina de Sousa Silva aconteceu no dia 14 de fevereiro, em Itapipoca. Segundo as investigações, a influenciadora foi atingida por cerca de 20 golpes de faca.


Após o crime, Anderson Renan passou a ser considerado principal suspeito, e a Justiça determinou sua prisão preventiva três dias depois.


Investigação continua

Com a prisão, o suspeito foi encaminhado pelas autoridades para os procedimentos legais e deverá ficar à disposição da Justiça enquanto as investigações sobre o feminicídio seguem em andamento.


 

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