Conhecido como "GL", jovem de 19 anos é investigado por integrar organização criminosa e foi localizado após uma semana de diligências da Polícia Civil.
A Polícia Civil ampliou para 24 o número de presos na Operação Falange, deflagrada há uma semana para combater a atuação de organizações criminosas na região do Cariri e em outros estados do país.
A mais recente prisão ocorreu em Santa Catarina, onde foi localizado o cabeleireiro Gledson Levi dos Santos, de 19 anos, conhecido pelo apelido de "GL". Natural de Juazeiro do Norte, ele reside na Vila Dom Bosco, no bairro Santa Tereza, e estava refugiado no estado catarinense.
Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Fortaleza.
Investigado já havia sido preso por porte de arma
Em Juazeiro do Norte, Gledson Levi responde a um procedimento por porte ilegal de arma de fogo.
No dia 28 de abril de 2025, ele foi preso em flagrante na Avenida Padre Cícero, no bairro Santa Tereza, após a polícia receber denúncias de disparos em via pública.
Segundo testemunhas, os suspeitos estavam em uma motocicleta Honda Bros. Na ocasião, o jovem afirmou ao delegado que andava armado porque morava no bairro Santa Tereza e mantinha um relacionamento com uma jovem residente no bairro João Cabral, onde, segundo ele, possuía desafetos.
Operação já apreendeu armas, drogas e munições
No dia em que a Operação Falange foi deflagrada, a Polícia Civil prendeu 19 pessoas e apreendeu armas, munições e drogas durante as diligências.
Nos dias seguintes, outras prisões foram realizadas nos municípios de Tauá, Quixeramobim e Juazeiro do Norte, além da cidade de Campinas, no interior de São Paulo.
Em Juazeiro, os investigadores prenderam Maria Gislaine da Silva Oliveira, de 29 anos, moradora do bairro Campo Alegre.
Já em Campinas (SP), foi preso Mateus Inácio da Silva, de 24 anos, conhecido pelo apelido de "Homem-Aranha".
Investigações continuam
Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam e a análise de materiais apreendidos durante a operação poderá resultar em novos mandados de prisão e em novas fases da Operação Falange.
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