OAB aciona Polícia Federal e imprensa nacional repercute pedido de inquérito sobre golpe no Exame de Ordem

 

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou formalmente à Polícia Federal a instauração de um inquérito policial para investigar um golpe envolvendo inscrições falsas no Exame de Ordem Unificado (EOU), e a iniciativa ganhou destaque na imprensa nacional.

Fraude em inscrições: o que está acontecendo

Segundo a OAB, criminosos criaram um site falso de inscrição para o Exame de Ordem, que tem causado prejuízos a candidatos em todo o país. A página fraudulenta:

  • Induz o pagamento da taxa por meio de PIX, diferentemente do procedimento regular;

  • Não emite boleto bancário, elemento obrigatório no processo legítimo;

  • Não envia confirmação por e-mail após o suposto cadastro.

A entidade alerta que inscrições válidas para o Exame de Ordem Unificado devem ser feitas exclusivamente nos sites oficiais da Fundação Getulio Vargas (FGV) — responsável pela organização do certame — e pede que qualquer outro endereço eletrônico seja desconsiderado pelos candidatos.

Pedido de inquérito busca identificar responsáveis

O pedido oficial à Polícia Federal tem o objetivo de:

  • Apurar a materialidade do golpe;

  • Identificar as circunstâncias em que ocorreu a fraude;

  • Descobrir os responsáveis pela criação e divulgação do site fraudulento.

A mobilização da OAB reflete a preocupação com a proteção dos direitos dos candidatos e com a lisura de um certame essencial para o ingresso na carreira da advocacia — o Exame de Ordem Unificado.

Alerta aos candidatos

A OAB reforça que qualquer site, link ou mensagem recebida por redes sociais, aplicativos de mensagem ou e-mail que prometa inscrição ou pagamento para o exame sem passar pelo ambiente oficial deve ser ignorado. A entidade recomenda atenção redobrada e consulta direta aos portais oficiais para evitar prejuízos financeiros e perda de oportunidade.

Com a repercussão na grande mídia, o caso deve ganhar maior visibilidade, alertando tanto futuros candidatos quanto autoridades sobre a necessidade de coibir fraudes que exploram certames públicos e direitos profissionais. 


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