Empresário é preso em Juazeiro do Norte suspeito de importunação sexual contra adolescente em Lavras da Mangabeira

 

Foto: Reprodução / Segundo relato à polícia, jovem de 14 anos estava em uma festa quando teria sido abordada pelo suspeito; prisão ocorreu no aeroporto de Juazeiro

Um empresário foi preso em Juazeiro do Norte, na madrugada deste domingo, suspeito de importunação sexual contra uma adolescente de 14 anos durante uma festa em Lavras da Mangabeira, na região do Cariri.


Segundo informações repassadas à polícia, o caso teria ocorrido durante o Fest Lavras, realizado no Parque do Povo. O suspeito foi identificado como Miguel Carvalho Neto, conhecido como “Miguel das Praias”.


Suspeita ocorreu durante show

De acordo com o relato apresentado à polícia, a adolescente estava acompanhada dos pais durante o show do cantor Natanzinho Lima.


Em determinado momento, a jovem teria deixado o espaço onde estava com os familiares e ido para outro camarote, mais próximo do palco, na tentativa de conseguir uma fotografia com o artista.


Segundo o pai da adolescente, o suspeito teria se aproximado da jovem e realizado um toque nas partes íntimas dela, passando a mão por baixo do vestido.


O relato foi repassado pelos familiares às autoridades, que foram acionadas para acompanhar o caso.


Prisão ocorreu no aeroporto

Após o episódio, o suspeito teria seguido para Juazeiro do Norte.


Segundo as informações, ele chegou ao aeroporto da cidade em uma Toyota SW4 e se preparava para embarcar em um avião com destino a Fortaleza.


Policiais militares localizaram o empresário e efetuaram a prisão em flagrante.


Após a abordagem, ele foi conduzido à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), em Juazeiro do Norte, onde o caso passou a ser registrado e apurado pelas autoridades competentes.


Investigação

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que deverá analisar os relatos apresentados pela família e demais elementos disponíveis para esclarecer as circunstâncias da ocorrência.


Por se tratar de uma adolescente, a legislação prevê proteção especial à identidade da vítima, razão pela qual o nome e outros dados que possam levar à sua identificação não são divulgados.


O empresário é considerado suspeito até que os fatos sejam devidamente apurados pela Justiça.





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