Gêmeas siamesas unidas pela cabeça morrem durante última cirurgia de separação em SP

 

Heloísa e Helena, de 2 anos, já haviam passado por quatro procedimentos antes da etapa final, realizada no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto


As irmãs gêmeas Heloísa e Helena, de 2 anos, que nasceram unidas pela cabeça, morreram durante a última cirurgia de separação realizada no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.


Segundo o hospital, as crianças não resistiram à etapa final do procedimento. A cirurgia começou na manhã de sábado (15) e durou aproximadamente 15 horas.


Em nota, o Hospital das Clínicas lamentou a morte das irmãs e informou que elas vieram a óbito na noite de sábado, após a conclusão da cirurgia.


Procedimento envolveu mais de 50 profissionais

A cirurgia final reuniu mais de 50 profissionais de saúde, segundo informações divulgadas pelo g1.


O planejamento para a separação das gêmeas começou ainda em 2024. Antes da última etapa, Heloísa e Helena haviam sido submetidas a outros quatro procedimentos, que ocorreram sem intercorrências.


A cirurgia de separação de crianças unidas pelo crânio é considerada de alta complexidade e exige planejamento multidisciplinar, envolvendo diferentes especialidades médicas.


Hospital já realizou outras separações

O Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto também foi responsável, em 2023, pela separação das gêmeas siamesas Allana e Mariah Cestari, que tinham 2 anos e 8 meses na época.


O procedimento durou cerca de 25 horas e ganhou repercussão nacional após a história das irmãs ser apresentada no programa Fantástico, da TV Globo.


No caso de Heloísa e Helena, apesar das quatro etapas anteriores terem transcorrido sem intercorrências, as meninas não resistiram à última cirurgia.


O hospital informou oficialmente o falecimento das crianças e manifestou pesar à família.


Com informações de G1.

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